Paulo Battista, hoje com atelier junto à Avenida da Liberdade, em Lisboa, continua a ter os mesmos valores da sua juventude. Mora na Amadora, tem o corpo tatuado, barba e cabelo comprido. “Sempre fui muito estigmatizado”, diz. É para o lado que dorme melhor.
https://www.novagente.pt/paulo-battista-eu-cresci-sem-pai-minha-mae-era-empregada-de-limpeza