Não adianta desenhar sistemas para realidades que não existem. Enquanto o gestor público tiver as limitações que tem, pelo menos na saúde e segundo o tribunal de contas, a produção de serviços de saúde (não confundir com a provisão), parece mesmo melhor estar entregue aos privados.
https://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/mao-visivel/pedro-brinca/detalhe/a-nao-gestao-publica-parte-ii