Apresentado muito recentemente em Cascais, o primeiro impacto visual do novo Aion V revela uma abordagem estética que não passa despercebida.https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/automoveis/detalhe/aion-v-novo-suv-eletrico-chines
Se Alexandra Leitão parecia repetir a cada franzir de sobrancelhas "Eu não vos mereço isto!" Carlos Moedas era o vivo retrato de uma direita que sobrevive a dizer coisas de esquerda.https://observador.pt/opiniao/o-reconhecimento-do-estado-de-submissao/
O ataque do Hamas exclusivamente a alvos civis e a tomada de reféns foi um crime de guerra muito bem pensado: o Hamas sabia que a resposta de Israel ia ser brutal, como foi, e isso foi propositado.https://observador.pt/opiniao/sobre-gaza/
Ainda bem que os miúdos estão à rasca e vêm às igrejas. O que vai mantê-los dentro delas não é a vitória da cultura que defendem, mas a adoração daquele que triunfou morrendo.https://observador.pt/opiniao/os-rapazes-estao-a-rasca/
A possibilidade de pensar como uma máquina é essencial para as nossas interacções com pessoas do nosso género, isto é, com a maior parte das pessoas.https://observador.pt/opiniao/uma-maquina-a-pensar/
Depois de perder a 2.ª volta das presidenciais, Ventura já pode ganhar as legislativas. Termina assim a instabilidade política que mais não é que a transição do eleitorado do PS e do PSD para o Chega.https://observador.pt/opiniao/o-regresso-da-politica-a-serio/
Esta sexta feira poderá ficar na história. O Hamas parece ter aceitado libertar os reféns. Que assim seja. Am Yisrael Chai — o povo de Israel vive e viverá. Há que falar, Israel não deve lutar sozinhohttps://observador.pt/opiniao/temos-de-falar/
O que pode o ser humano fazer contra um lugar como o passado? Um lugar que ou deixa saudades ou arrependimentos? https://observador.pt/opiniao/uma-grande-corajosa-e-bela-viagem/
Que se dirá de uma revolução que extirpou o país dos seus fundamentos seculares e que procurou, por vezes violentamente, refundar o povo que se propunha governar?https://observador.pt/opiniao/a-republica-contra-portugal/
O outubro de 2025 em Portugal não se anuncia revolucionário como o outubro russo de 1917. Contudo, as eleições autárquicas trarão uma nova transformação política no plano local com impacto nacional.https://observador.pt/opiniao/outubro-a-direita-transformacoes-locais-com-impacto-nacional/
A IA pode ser um instrumento muito útil e até formativo, mas é insustentável de um ponto de vista filosófico.https://observador.pt/opiniao/nos-e-a-inteligencia-artificial/
Tombou em águas profundas a ideia de que, mais do que um determinado posicionamento político, eram imperiosas razões de ordem humanitária que tudo comandavam.https://observador.pt/opiniao/a-viagem-da-flotilha-e-os-passeios-nas-galeotas/
O Livre mostra sempre o mesmo impulso: disfarçar de defesa da liberdade aquilo que é, na prática, restrição, controlo e imposição.https://observador.pt/opiniao/livre-ate-deixar-de-o-ser/
Parece-nos evidente que o projeto político europeu, tal como está, é mais passado que futuro. No atual contexto, já não chega ser uma simples expressão do passado transatlântico.https://observador.pt/opiniao/uniao-europeia-a-insustentavel-leveza-do-ser/
Os depósitos continuam a dominar a carteira das famílias, refletindo preferência por liquidez e as características do mercado doméstico.https://observador.pt/opiniao/dinheiro-preso-onde-esta-a-chave/
A Europa parece um jardim organizado, estável e próspero. Mas as ervas daninhas que crescem silenciosas - desconfiança, fragmentação social, tensões identitárias - não desaparecem sozinhas.https://observador.pt/opiniao/cuidado-com-as-ervas-daninhas/
Os laços humanos entre Lisboa e o Luxemburgo são uma realidade palpável. Menos conhecido do grande público é o vínculo dinástico que une a Família Grão-Ducal à Sereníssima Casa de Bragança.https://observador.pt/opiniao/guilherme-v-o-grao-duque-com-sangue-portugues/
A evolução não acontece na ausência de atrito; acontece no confronto de ideias, na discussão aberta e na coragem de questionar o status quohttps://observador.pt/opiniao/o-politicamente-correto-esta-a-matar-a-inovacao/
O secretário-geral comunista definiu como prioridades da CDU pôr fim à brutal insegurança da precariedade e instabilidade do trabalho, bem como "garantir o acesso à habitação".https://observador.pt/2025/10/04/raimundo-reconhece-brutal-inseguranca-no-pais-mas-ligada-a-precariedade/
Tiago Oliveira diz que “quanto maior for o ataque” aos direitos laborais, maior será a resposta nas ruas. Ainda neste jornal, Mariana Leitão acusa Livre e BE de usarem "as mesmas táticas" de Ventura.https://observador.pt/programas/noticiario/as-noticias-das-23h-1904/