Este filme é uma experiência. Os rostos dançam enquanto choram e misturam-se uns nos outros; a música e o barulho das coisas (dos helicópteros, dos comboios, dos autocarros) pontuam os passos da dança; a sucessão de planos fragmenta-os, deslocalizando-os no tempo e no espaço, e dimensionando os adultos com as suas dúvidas de criança.
https://sol.sapo.pt/2025/10/16/tres-irmaos-de-teresa-villaverde-1994-afinal-a-morte-nao-ri/