UTAO sinaliza a subida de apenas 1,75%, abaixo da inflação prevista, na atualização de contratos de serviços, e critica perda de margem de manobra nas entidades públicas. Restrições deverão “repercutir-se negativamente sobre a qualidade e quantidade dos serviços públicos prestados”, avisa, esperando que o tema seja discutido em fase de análise na especialidade do Orçamento.
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/orcamento-do-estado/detalhe/oe-2026-gestores-publicos-enfrentam-novo-corte-real-nos-gastos-que-podem-fazer